Consagração a Nossa Senhora
Ó minha Senhora, ó minha Mãe, eu me ofereço todo a Vós, e em prova de minha devoção para convosco, eu vos consagro neste dia meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E como assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e, defendei-me como coisa e propriedade vossa.
Amém.
Jesus Misericordioso disse a Faustina:
"Lembro-te, Minha filha, que todas as vezes que ouvires o bater do relógio, às três horas da tarde, deves mergulhar toda na Minha misericórdia, adorando-A e glorificando-A. 
Implora a onipotência dela em favor do Mundo inteiro e especialmente dos pobres pecadores, porque nesse momento foi largamente aberta para toda a alma.
Nessa hora, conseguirás tudo para ti e para os outros.
Nessa hora, realizou-se a graça para todo o Mundo: amisericórdia venceu a justiça.
Minha filha, procura rezar, nessa hora, a Via-sacra, na medida em que te permitirem os teus deveres, e se não puderes fazer a Via-sacra, entra, ao menos por um momento na capela e adora o Meu Coração, que está cheio de misericórdia no Santíssimo Sacramento.
Se não puderes sequer ir à capela, recolhe-te em oração onde estiveres, ainda que seja por um breve momento.
Exijo honra à Minha misericórdia de toda criatura, mas de ti em primeiro lugar, porque te dei a conhecer mais profundamente esse mistério"
(Diário, 1572).
Assista ao vídeo da divulgação da Divina Misericórdia
A ti, ó Mãe, consagramos com imensa confiança todos nós, as nossas fadigas,
os nossos propósitos , a nossa esperança.
A ti consagramos toda a Igreja e a humanidade inteira, com especial pensamento naqueles homens e naqueles povos, que têm particular necessidade, e cuja confiança e consagração tu especialmente desejas.
Ò tu, que, coberta pelo Espírito Santo, geraste o teu divino Filho, obtém, com tuas preces, para a Igreja, uma nova efusão do Espírito, que traga às almas uma fé mais firme, uma esperança mais pura e uma caridade mais generosa!
Ó tu, que atraís docemente o coração dos homens ao caminho da justiça e da reconciliação, chama novamente à unidade da comunhão eclesial aqueles que se afastaram dela, ou a romperam com a rebeldia, com a desobediência e o pecado!
Tu, que foste preservada de toda mancha desde a concepção, defende os teus filhos na luta contra o poder das trevas e contra as ciladas do erro e da mentira! que o teu Imaculado Coração reine nas consciências, nas famílias, na sociedade, nas nações e na humanidade inteira!
Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria.
Amém.
(Servo de Deus, Papa João Paulo II)
Assista ao vídeo de João Paulo II O construtor de pontes
“Tomarás o óleo de unção e ungirás com ele o tabernáculo com tudo o que ele contém; consagrá-lo-ás com todo o seu mobiliário para que ele se torne uma coisa santa.
Ungirás o altar dos holocaustos e todos os seus utensílios; em virtude de tua consagração, o altar se tornará uma coisa santíssima.” (Ex 40, 9-10)
Ó Divino Espírito Santo, Amor do Pai e do Filho, eu Vos adoro, Vos agradeço e
Vos amo. Peço-Vos perdão pelas muitas vezes que Vos contristei em mim e no meu próximo.
A Vós, Espírito de verdade, cosagro minha mente, a memória: iluminai-me.
Fazei-me conhecer Jesus Cristo e compreender o seu Evangelho e a doutrina da Santa Igreja.Aumentai em mim o dom da sabedoria, da ciência, do entendimento e do conselho.
A Vós, Espírito santificador, consagro a minha vontade; guiai-me na vontade de Deus; amparai-me no cumprimento dos seus mandamentos e dos meus deveres. Concedei-me o dom da fortaleza e o santo temor de Deus.
A Vós, Espírito vivifivador, consagro o meu coração: defendei e aumentai em mim a vida divina e inundai-me com o vosso amor no momento da Sagrada Comunhão.
Concedei-me o dom da piedade.
Amém.
Desde pequeno, Francisco Forgione era de profunda oração.
Menino calado, raríssima vezes aceitava estar com amigos para brincar, pois eles sempre falavam blasfêmias e, isso doía muito em seu coração. Nas horas de folga, sempre que podia, ia à Igreja de São Pio V para rezar.
Outras vezes, gostava de estar sozinho para rezar, sentado embaixo de uma árvore, num recanto da propriedade de sua família.
Foi aos cinco anos que ele decidiu que queria ser franciscano.
O hábito e o modo de vida de São Francisco o encantavam.
Desde cedo, sua aspiração de santidade foi de travar grandes batalhas entre a carne e o demônio, que, já na infância, lhe aparecia em sonhos em formas horríveis.
Mais tarde, ao longo de sua vida, ele apareceu de maneira direta.
Penitência e mortificação o acompanharam durante toda a sua vida.
Certa vez, sua mãe o encontrou ainda menino dormindo no chão, onde somente havia uma pequena almofada, e pensou, por quantas noites ele já não teria feito aquilo.
Porém, Deus nunca o abandonou e lhe foram proporcionadas visões consoladoras de Jesus, Nossa Senhora e de seu anjo da guarda.
Certa vez, após a comunhão, ele se viu num grande salão entre dois grupos de pessoas.
O primeiro grupo com semblante tranqüilo e o segundo com aparência terrível.
Mas ao fundo do salão apareceu Jesus que veio dar-lhe forças.
Viveu os três votos evangélicos: a pobreza, a castidade e a obediência.
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